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Items tagged with: neoliberal
Tag was last used: Oct 18, 2008
 
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Posted By:  yajitha
Posted On:  Jun 29, 2008

  The Dead-End Formula of Neo-Liberal Economics

Although I teach economics at the University of Peradeniya for my bread and butter, I have been quite distant from the discipline for sometime and my readings on the subject has been quite limited to the two courses I teach at the university. My principal research work is on conflicts. Hence, it...... [view]

Posted By:  ighih
Posted On:  Apr 25, 2008

  Thomas Friedman: Neo-liberal war monger.

With all this recent controversy over Thomas Friedman getting his “just desserts ” from some humorous environmental and global justice activists - it seems like some people have become a little misguided. The ensuing debate on the tactics used by the Greenwash Guerrillas is...... [view]

Posted By:  ascendency
Posted On:  Apr 25, 2008

  Thomas Friedman: Neo-liberal war monger.

With all this recent controversy over Thomas Friedman getting his “just desserts ” from some humorous environmental and global justice activists - it seems like some people have become a little misguided. The ensuing debate on the tactics used by the Greenwash Guerrillas is...... [view]

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Toolkits & Publications

  Depois do muro de Berlim, cai a Wall Street de Nova York Passados dezenove anos desde o fracasso do socialismo real, soçobra o capitalismo neoliberal. E que os economistas se aposentem. - Mino Carta

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Mino Carta
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=7&i=2409
  Description:   Gostaria que os tempos fossem bem menos propícios para os especuladores do que para os economistas. Convém escolher com cuidado os vilões. Creio que a lista tenha de começar pelos grandes sacerdotes da religião do deus mercado. Está na moda dizer que os economistas falharam sinistramente nas suas análises. Nem todos. Indispensável é reservar um capítulo especial para os jornalistas que no Brasil deitam falação sobre economia no vídeo e nas páginas impressas. Nos últimos anos atingiram um grau de prosopopéia nunca dantes navegado. CartaCapital orgulha-se de veicular nesta edição uma sugestão de Nirlando Beirão na sua seção Estilo: que as senhoras e os senhores acima tirem longas férias. E por que não, digo eu, aposentá-los? Há os vigários e há quem caiu em seu conto. A crise pune os crédulos com ferocidade. Sabemos de antemão que muitos entre os vendedores de fumaça sairão incólumes da monumental enrascada. Como indivíduos, ao menos. E assim caminha a humanidade. Resta o fato, contudo: mais um muro ruiu. O outro muro. Wall em língua inglesa, idioma do império. Quando o Muro de Berlim caiu debaixo das picaretas libertadoras, há 19 anos, proclamou-se o fracasso do chamado socialismo real. Agora cai o wall nova-iorquino e se busca, em desespero, a reestruturação de um Estado forte depois da ola global das privatizações. Quem fracassa no caso? No mínimo, o capitalismo neoliberal. Na queda de Berlim, soçobra a URSS. E na queda de Nova York? O império de Tio Sam, descalço, exibe os pés de argila. Dezenove anos atrás não faltou quem, enquanto esfregava as mãos de puro contentamento, decretasse o fim das ideologias, como se não houvesse mais espaço para as idéias. E agora, que dizer? Que o neoliberalismo foi jogada do acaso, despida do apoio de qualquer idéia? Se for assim, concluiremos que resultou de uma soberba insensatez. O que, de alguma forma, faz algum sentido. O monstro criado virou-se contra os criadores. Talvez não passassem de aprendizes de mágico: conhecem o abracadabra desencadeador, mas não sabem pôr fim à magia desastrada. Falemos do pretenso fim da ideologia. Quem sustenta mostra seus limites. Gostaria de dizer, porém, que antes ainda da idéia vem a ética. É por aí que se abre a chance de sair da selva e escapar às suas leis. É possível o ser ético em um mundo que acentua as desigualdades? Ou aceitar a miséria, a doença, a fome, a degradação humana como coisas da vida? Cada qual faça suas escolhas ideológicas. Para ficar no campo da economia política, que seja marxista, keynesiano, schumpeteriano etc. etc., desde que o propósito não se limite à garantia da liberdade e busque a igualdade sem o temor do anátema dos donos do poder, que o pretenderá subversivo, terrorista, comunista e por aí afora. A liberdade sem igualdade tem valor escasso e limites escancarados. Quando, no caso do endeusamento do mercado, não se torna, automaticamente, fator decisivo da desigualdade. Em detrimento do gênero humano em peso. A lição nunca foi tão atual.
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